Pouco menos de um ano após a morte de Wes Craven, Daniel Pilon (@daniel_pilon, letterboxd.com/danielpilon), Daniel Yokoyama (@dmyokoletterboxd.com/dmyoko) e Matheus Peschke (letterboxd.com/matheuspeschke) revisitam The People Under the Stairs, de 1991 para falar de como o mestre do terror conseguiu realizar uma carreira com grandes obras representando paródias cinematográficas e um olhar crítico sobre a sociedade.

Recados da semana:

Citado durante o episódio:

The People Under the Stairs

Wes Craven, 1991
imdb | letterboxd

Fool (Brandon Quintin Adams) é um bom garoto que é convencido por Leroy (Ving Rhames) a cometer um roubo na residência dos donos do prédio onde ele mora, por estarem dificultando a moradia dos inquilinos, e por sua mãe doente não estar em condições de pagar o aluguel atrasado, ou sequer cuidar de sua própria saúde. Mas ao entrarem na casa, Fool e Leroy acabam descobrindo estarem na moradia de uma família macabra e sua maior dificuldade será sair de lá com vida.

The People Under the Stairs foi concebido por Craven ao ouvir um caso de uma casa que foi invadida por ladrões. Um vizinho os viu e ligou para a polícia, mas quando a polícia invadiu a casa para prender os ladrões, descobriram que a família que morava na casa (que posava de moralmente correta) guardava segredos de um estilo de vida profano e perturbador. A família do longa, representada por Everett McGill e Wendy Robie, formam um casal moralista de atitude questionável, que mantém uma filha, Alice (A. J. Langer), trancada dentro da casa sem nunca poder sair e proibida de ver / ouvir / falar do mal. Mas são as pessoas vivendo no porão que guardam o pior segredo desta estranha família.